Taxistas e aplicativos de transporte urbano: um embate que tem solução.

Aplicativos de transporte como Uber, 99, Cabify, entre outros, funcionam muito bem em diversos países por serem regidos por um princípio muito simples: o da liberdade. Quando os usuários têm a liberdade para escolher o serviço que melhor os atendem e prestadores de serviços possuem liberdade para escolher como e quando querem trabalhar, todo mundo sai ganhando.

Mas no Brasil temos um impasse: Como fazer com que a inovação não prejudique os serviços de taxi?

Para que a concorrência seja justa, porque ao invés de colocar mais regulamentação para os novos serviços, não diminuímos as regras tanto para aplicativos quanto para taxis?

Dessa forma, deixaremos dois serviços em igualdade de condições para que o cidadão escolha o que melhor lhe convém. A inovação trazida pelos aplicativos demonstra como o intervencionismo desnecessário do Estado na atividade econômica é maléfico ao consumidor, que pagava mais caro em razão da reserva de mercado, e aos próprios taxistas, que são obrigados a cumprir regras que não beneficiam ninguém. O mundo evoluiu e precisamos acompanhar essa evolução.

É por isso que protocolamos dois projetos: o PL 498/2017 e o PDL 56/2017. Ambos visam diminuir a regulamentação dos serviços de transporte, removendo regras para os aplicativos e para os taxistas. Reduzir a intervenção do Estado é mandatório e é a melhor solução para que o paulistano possa contar com serviços cada vez mais baratos e de qualidade.

Na contramão da nossa proposta, hoje pode ser votado o PL 55/2017, do Vereador Adilson Amadeu, que se aprovado inviabilizará o transporte por aplicativo, impondo regras que fariam esse tipo de serviço impossível de ser realizado nos moldes que conhecemos. Quem sairá perdendo mais uma vez é o cidadão, que necessita de alternativas acessíveis de transporte em uma cidade com tantos problemas de mobilidade urbana como a nossa.

Se você, paulistano, não quer ver a extinção das modalidades modernas de transporte, ajude a pressionar para que o PL 55/2017 não se concretize. Divulgue essa mensagem, compareça nas votações, faça seu direito de cidadão valer.

Como sua representante, lutarei pela livre iniciativa, mas somando esforços somos mais fortes. Conto com vocês!