Independentemente de qual seja a decisão da Justiça, abrirei mão dos 26% de aumento aprovado pela Câmara. É uma questão de coerência às minhas propostas e de respeito ao meu eleitor.
Aliás, desde Novembro já vinha me manifestando contrariamente ao aumento através desse mesmo canal.

Como disse, em que pese a legalidade da correção perante a inflação, trata-se de uma atitude completamente dissociada da realidade atual. A crise tem demandando demais de toda sociedade e nós, representantes do povo, devemos dar o exemplo. É hora de cortar na própria carne e parar de exportar a crise para o contribuinte.

Tendo isso em mente, quero deixar um desafio: como você, eleitor, se sentiria melhor representado com a utilização dessa verba?
Coloque aqui sua ideia!